VOIL VOAL
Visto o manto santidade aos
arredores,
contemplação
A fuligem descansa do corpo
O que me reveste é o verbo do homem...
Eu sou o sonho,
o jardim e o seu mesmo alimento,
Assim como o rio que flui sem
questionar para
onde,
as estrelas e as dimensões...
Sou o prumo que escapa dos próprios lábios.
Verso e inverso
Das insistências que me consta,
São as manhãs, reprises de
um diálogo sem pressa com o silencio...
Intrigante é o sol, que lhes arde,
Intrigante é a noite...
Sou tecido em estase com o vento
voil
voal...
*
*Vera Lúcia Bezerra Freitas
Imagem: Thiago Caitanya
Pagina do Escritor; Recanto das Letras
Código do Texto - T4838933
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4838933
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